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06 - Minha primeira transa em grupo

Minha primeira transa em grupo
Minha primeira transa em grupo

Bom, pra começar essa história, eu preciso destacar que minha mãe era uma usuária de drogas, e que ela foi embora da minha vida bem cedo, e eu fiquei para trás antes mesmo de entender o que era abandono. Eu tinha três, talvez quatro anos, só lembro do vazio — aquele tipo de silêncio que gruda na pele e não sai mais.

Cresci em um orfanato, aprendendo a engolir choro e a contar os dias como quem conta feridas. Quando eu tinha treze para quatorze, meu corpo mudou depressa, e a maneira como me olhavam mudou junto. Os garotos mexiam comigo o tempo todo, me chamavam de gostosa, peituda, alguns até batiam na minha bunda e saíam correndo e rindo de mim. Eu explodia por dentro, ficava com tanta raiva que parecia que eu ia explodir.

O tempo passou, e eu me agarrei a uma única certeza que eu tinha, que um dia eu iria sair dali, e esse dia finalmente chegou, faltavam três dias para eu completar dezoito anos — três dias para ser livre, três dias para finalmente viver do meu jeito.

Foi então que a Kauane, minha amiga, me chamou para visitar a avó dela, que morava no Heliópolis, era uma sexta-feira, e a gente tinha o direito de sair do orfanato na sexta e voltar só no domingo à noite. Eu fui, e quando cheguei lá, entendi na hora, que não tinha avó nenhuma, era só uma desculpa — a desculpa para ir ao famoso baile funk do Helipa.

No começo, eu até tentei aproveitar, a música batia forte, as luzes cortavam a noite, e a multidão parecia engolir tudo. Mas a gente não tinha dinheiro pra nada, até que a Kauane virou pra mim e disse, rápida, como quem não quer dar explicação: 

 __Espera aqui, já volto. 

E saiu, indo em direção a uma adega. De longe, eu via tudo, vi quando ela entrou na adega com o atendente, e então ela sumiu por uns vinte minutos.

Meu estômago apertou, a inquietação virou medo. Eu fui até lá perto e perguntei para um grupo de seis meninos, se eles tinham visto a minha amiga, nessa hora eles riram, como se aquilo fosse engraçado, e um deles respondeu: 

__Ela tá no banheiro.

Eu fui até lá e, quando entrei no banheiro da adega, vi a Kauane de joelhos, mamando o atendente.

Espantada com aquela cena, eu voltei correndo pra trás, e comecei a conversar com os rapazes, ainda sem acreditar no que eu tinha visto no banheiro.

Uns 12 minutos depois, ela voltou com 2 copos de whisky com energético nas mãos, e fingindo não ter acontecido nada, ela começou a beber e a conversar com os rapazes que estavam comigo.

Curtimos aquela noite como se não houvesse o amanhã, e só fomos embora as 6 da manhã.  Dali fomos direto para o ponto de ônibus, mas chegando lá, percebemos que não tínhamos dinheiro para pagar o ônibus.

Quando percebemos que estávamos sem nenhum centavo nos bolsos, eu tive a grande ideia de pedir carona, mas para nossa sorte nem precisamos esperar muito, pois os rapazes que estavam na festa pararam em frente ao ponto de ônibus, e nos ofereceram carona.

O carro deles não era muito espaçoso, e ainda tinham 4 rapazes no banco de trás e mais 2 no banco da frente, mas como não tinha outro jeito, decidimos aceitar a carona, mesmo sabendo que teríamos que ir no colo deles.

Como não podia ser diferente, os rapazes que estavam com nós duas no colo, ficaram muito excitados, e passaram a falar muita putaria pra gente.

Depois de alguns minutos de viagem, nós paramos enfrente a casa de um dos rapazes.  Como não conhecíamos eles direito, ficamos com um pouco de medo, mas entramos assim mesmo.

Assim que entramos, os rapazes já foram servindo bebidas pra gente, e começamos a dançar e a se divertir.  Eu ainda estava cheia de energia e estava querendo me divertir, mas Kauane estava exausta e acabou dormindo em um dos sofás.

Depois que ela dormiu, os rapazes começaram a ficar mais ousados, e começamos a brincar de verdade ou desafio.  Como eu estava meio aérea por conta da bebida e estava me divertindo muito, aceitei brincar com eles.

A brincadeira consistia em girar uma garrafa de bebida vazia no chão, e em quem a garrafa parava, era feita uma pergunta, mas estava claro que eu era o alvo de todos os 6. 

O primeiro me desafiou a beijar um dos seus amigos, o segundo me desafiou a dançar, o terceiro já foi mais ousado, e pediu que eu o deixasse ver meus peitos, e como eu estava com um tomara que caia, foi muito fácil mostrar meus seios pra ele.

No quinto rapaz, eu já estava completamente sem roupas, e se aproveitando disso, ele pediu pra chupar meus peitos e nesse ponto eu já estava com tanto fogo, que acabei deixando.

Enquanto ele chupava um dos meus seios com imenso desejo, um outro não perdeu tempo, e também abocanhou o meu outro seio.  Quando percebi, todos eles já estavam sem roupas, e se masturbando enquanto dois deles me chupavam.

Alguns minutos depois, eu me vi com 6 paus extremamente duros só pra mim, e eu tive que me virar nos 30 pra dar conta de todos eles.  Em um certo momento, eu me ajoelhei e pedi pra que eles fizessem uma roda, e passei a mamar todos eles.

Quando as coisas começaram a esquentar de verdade, eles me pegaram no colo e me levaram para cama, onde arrancaram meu shorts e minha calcinha, e passaram a me chupar todinha.

Enquanto eles se revessavam para me chupar, percebi que um deles cuspiu no pau e venho na minha direção, e assim que os outros pararam de chupar a minha buceta, ele encostou seu pau na entrada da minha bucetinha que já estava toda molhadinha, e começou a enfiar aquele enorme pau com tudo, me fazendo dar um grito alto, de dor e prazer ao mesmo tempo.

Enquanto o pauzudo me comia com muita força, eu batia punheta pra um com a mão direita, e pra outro com a mão esquerda, enquanto eles me acariciavam e chupavam meus peitos.  Os 6 ficaram revezando nessa pegada por um bom tempo, e tudo aquilo estava sendo maravilhoso.

Depois de um certo tempo, eu estava sentindo tanto prazer, que decidi experimentar algo diferente, eu sai de baixo de um deles, joguei o pausado de costas na cama, e fui para cima dele. Enquanto eu cavalgava gostoso encima do pauzudo, 3 subiram encima da cama e enquanto eu mamava eu 1, eu batinha punheta para os outros 2.

Novamente eles ficaram revezando nessa pegada por mais alguns minutos, e tudo até ali estava maravilhoso, mas quando me distrai por alguns segundos, um deles veio por de trás de mim, e começou a comer o meu cuzinho.

Eu estava sentindo tanto prazer naquele momento, que quase não senti dor, e passado alguns minutos, eles também passaram a revezar entre minha boca, meus seios, minhas mãos, minha buceta e meu delicioso cuzinho, e eu estava adorando aquela orgia toda.

Aquela putaria estava tão alucinante, que em um certo momento, eu vi que um dos 6 rapazes estava com uma câmera fotográfica nas mãos, filmando e tirando várias fotos de tudo que estava acontecendo ali. 

Quando todos finalmentes estavam realizados e nos seus limites, eles me pediram pra ajoelhar no meio deles, e após se masturbarem por alguns segundos, eles começaram a gozar no meu rosto, nos meus seios e na minha boca também, mas teve um deles, que resolveu fazer uma deliciosa espanhola em mim.

 Com toda destreza do mundo, ele colocou seu enorme pau entre meus grandes seios, e enquanto os apertava contra seu pau, ele começou a fazer um movimento de vai e vem bem acelerado, até que começou a gozar como um louco.  Enquanto ele gozava, eu aproveitei pra colocar a cabeça do pau dele na minha boca, e comecei a mamar aquele leitinho quente e deliciosa, fazendo o cara suspirar e gemer de tanto tesão.

Depois de toda aquela loucura, nos fomos tomar um banho e fumos dormir, pois tínhamos virado a noite acordados, e estávamos todos muito cansados.  Eu só foi acordar as 7 da noite daquele mesmo dia, com muita fome e um pouco de cede.

Após comer alguma coisa, eu fui até o quarto onde minha amiga kauane estava, mas quando eu cheguei lá, vi que ela estava fazendo o mesmo que eu tinha feito pela manhã, ela esta dando para o seis caras ao mesmo tempo, e parecia estar gostando muito de tudo aquilo.

Como eu já estava bem descasada e já tinha matado minha fome, me junteis a eles e ficamos transado até tarde da noite, e ainda repetimos aquilo na manhã do domingo também.

No domingo atarde, um dos rapazes, o que tinha o carro, levou eu e minha amiga devoluta para o orfanado, e como nós também tínhamos trepado naquela tarde, chegamos lá cansadas e com as bucetinhas toda melada.

Aquele foi o melhor final de semana das nossas vidas, e eu estava louca pra repetir tudo aquilo de novo, mas infelizmente, agente nunca mais encontrou aqueles caras de novo.  Só sei que aquele foi o primeiro e até então o único gangbang (sexo em grupo) da minha vida, mas confesso que foi maravilhoso e inesquecível. 


Um relato enviado por: Monalisa dos Santos – Instagram @monalisamulatinha

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Ler relatos mexe com a nossa imaginação, mas ver casais reais realizando suas fantasias, é uma experiência completamente diferente. Se você curte ver senas de casais reais:


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